Tempos atrás, o forró era uma música humilde(por sinal, muito boa), que retratava as dificuldades como também a cultura do nordestino. Atualmente, vive-se uma banalização do mesmo, com músicas que exaltam o PODER, claro, um poder ilusório. Vejo músicas que falam em CARRÕES, PAREDÕES, e derivados. Mas e aí? será que isso é a realidade de todos ou de uma minoria de "Burguêses"? O estilo em si perdeu seu foque, agora é um ritmo praticamente feito para burguês. Apologia ao álcool( Que por sinal um álcool bem caro) e demonstração de elitismo, sem falar da hipócrisia do público ouvinte, 80% deste elementos se fazem presentes neste fajuto gênero musical, não esquecendo que são apenas músicas de comércio, feitas para o mercado, algo momentâneo e descartável, que se escuta hoje e amanhã cai no esquecimento da dita "Nação forrozeira". Pois é, música de péssima qualidade, também feita para um público de péssimo gosto cultural, ou até mesmo com pouca massa cinzenta, assim dizendo. O mais interessante é que seus cantores, (se é que são cantores mesmo), tentam brincar com o público, criando músicas de FANTASIA, como se tudo fosse bonito e maravilhoso, e todo mundo tivesse o fútil carro pancadão, ou uma hillux como eles mesmos falam. Mas e daí? tanto faz, como os jovens de hoje dizem, "É curtição". Música que o burguês gosta de ouvir em seu carro financiado, ou comprado com dinheiro público. Eu não messo esforços em dizer que este estilo é fútil, podre e burro. Não é todo dia que nasce um Belchior da vida não é? pois é, eu não consigo deixar de abordar esse tema, aos meus olhos não passam nada. Fica a dica, não se drogue com essas músicas fajutas, procure músicas decentes de se ouvir, claro que existem pessoas que não têm capacidade de ouvir outros sons, aí é outra história.
"Qualquer ciência que não tenha em sua base a Matemática, é uma ciência demasiada imperfeita!"
sábado, 1 de janeiro de 2011
Forró: Elitismo Aliado a Burrice! (Desabafo)
Tempos atrás, o forró era uma música humilde(por sinal, muito boa), que retratava as dificuldades como também a cultura do nordestino. Atualmente, vive-se uma banalização do mesmo, com músicas que exaltam o PODER, claro, um poder ilusório. Vejo músicas que falam em CARRÕES, PAREDÕES, e derivados. Mas e aí? será que isso é a realidade de todos ou de uma minoria de "Burguêses"? O estilo em si perdeu seu foque, agora é um ritmo praticamente feito para burguês. Apologia ao álcool( Que por sinal um álcool bem caro) e demonstração de elitismo, sem falar da hipócrisia do público ouvinte, 80% deste elementos se fazem presentes neste fajuto gênero musical, não esquecendo que são apenas músicas de comércio, feitas para o mercado, algo momentâneo e descartável, que se escuta hoje e amanhã cai no esquecimento da dita "Nação forrozeira". Pois é, música de péssima qualidade, também feita para um público de péssimo gosto cultural, ou até mesmo com pouca massa cinzenta, assim dizendo. O mais interessante é que seus cantores, (se é que são cantores mesmo), tentam brincar com o público, criando músicas de FANTASIA, como se tudo fosse bonito e maravilhoso, e todo mundo tivesse o fútil carro pancadão, ou uma hillux como eles mesmos falam. Mas e daí? tanto faz, como os jovens de hoje dizem, "É curtição". Música que o burguês gosta de ouvir em seu carro financiado, ou comprado com dinheiro público. Eu não messo esforços em dizer que este estilo é fútil, podre e burro. Não é todo dia que nasce um Belchior da vida não é? pois é, eu não consigo deixar de abordar esse tema, aos meus olhos não passam nada. Fica a dica, não se drogue com essas músicas fajutas, procure músicas decentes de se ouvir, claro que existem pessoas que não têm capacidade de ouvir outros sons, aí é outra história.
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